MORTE E VIDA: UMA INTERPRETAÇÃO DA CRIAÇÃO EM ARQUITETURA

Mariah Camargo Dassoler, Lucas dos Passos Carola

Resumo


Resumo: O presente trabalho traz reflexões sobre as criações arquitetônicas e seu vínculo com a morte/vida. Diante de um mundo acelerado no qual estamos vivendo, problematizamos: Como a criação/construção de espaços está vinculado à vida e a morte/existência do arquiteto? A criação de espaços se liga a identidade da demanda local ou do proprietário e do próprio arquiteto. Uma construção pode representar vida nova, uma dinâmica renovada relacionada às pessoas que irão morar/frequentar o local. Para quem cria, nesse caso o arquiteto, representa continuidade pós morte, pois sua marca continuará expressa em uma casa, um teatro, um shopping, entre outros. Analisando a morte sob a perspectiva de Heidegger (2004) e Silveira (2015), faremos um paralelo entre a criação de espaços e suas interfaces com a morte e vida.

Palavras-chave: Arquitetura; Morte; Vida; Filosofia


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