O I-PARQUE DA UNESC E O DESENVOLVIMENTO LOCAL

Maria Izanete da Rosa Martins, Kelly Gianezini

Resumo


Resumo: As organizações do século XXI se pautam por uma postura de aprendizagem, adaptação, transformação da realidade e sustentabilidade para conquistarem maior longevidade, focando na capacidade de transformar ativos intangíveis em resultados organizacionais desejados. Neste cenário, estão as Instituições de Educação Superior (IES) com seus arranjos institucionais. Os parques tecnológicos, por sua vez, estão inseridos em IES e podem ser fontes de apoio, incentivo e criação de desenvolvimento por meio de ações conjuntas entre universidade, governo e empresas por meio de pesquisas e desenvolvimento de recursos humanos, favorecendo a inovação e aumentando a competividade local e territorial. As cidades que investem na criação de parques tecnológicos buscam o desenvolvimento econômico a partir da valorização de seu potencial universitário e de pesquisa. Acredita-se que a cooperação entre empresas e universidades, provoque a oportunidade de novos e inovadores negócios, e assim, favoreçam o crescimento econômico e a oferta de empregos. Neste artigo apresenta-se uma pesquisa que relata a percepção dos coordenadores do Parque Científico e Tecnológico (I-Parque) da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), com o intuito de descrever a forma como este contribui com o desenvolvimento local. A pesquisa de abordagem qualitativa traz uma reflexão a respeito da contribuição do referido Parque com o desenvolvimento local e a criação de negócios que possam desenvolver a sua região de atuação. Os dados foram coletados a partir de um questionário semiestruturado e a análise assumiu um enfoque, predominantemente descritivo e reflexivo. Os resultados ampliam a compreensão sobre o objeto de estudo em mote e a sua importância social com o desenvolvimento da região. É impreterível parcerias entre o setor governamental (por meio de políticas públicas), o setor privado (no qual ocorre a transformação do conhecimento em riqueza) e a academia (formação de recursos humanos) para formulação de políticas de inovação que possam propiciar o desenvolvimento tecnológico, econômico e social.
Palavras-chave: Universidade, Parque Científico e Tecnológico, Conhecimento.


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