QUALIDADE NUTRICIONAL, PRODUÇÃO DE MATÉRIA SECA, RENDI-MENTO ANIMAL E ECONÔMICO DA MISSIONEIRA GIGANTE (AXONOPUS CATHARINENSIS) NA REGIÃO SUL DE SANTA CATARINA

Jorge Homero Dufloth, Simeão Alano Vieira

Resumo


O ganho de peso com bovinos foi avaliado por três anos em pastagem Missioneira Gi-gante sob pastejo contínuo. Os teores de proteína bruta da pastagem variaram entre 15,2 a 11,0%. O NDT teve valor máximo (62%) no inverno e, mínimo (56%) no outono. Os níveis de cálcio ficaram entre 0,58 a 0,46% e, de fósforo foram entre 0,11 a 0,13% no inverno e outono, respectivamente. A produção de matéria seca da pastagem variou de 762 a 1.131 kg/ha nos meses de inverno, chegando a 2.425 kg/ha em dezembro. No pe-ríodo total (junho a maio) alcançou 18.514 kg/ha. Suportou uma lotação (PV) de 628 a 750 kg/ha durante o inverno e na primavera, 684 kg/ha. Em abril, chegou a 1.913 kg/ha. O ganho de peso diário variou de 558 a 986 g/animal/dia, com média de 761 g/animal/dia no período total de 12 meses. O manejo dos animais permitiu que em maio a sua capacidade de lotação chegasse em 1.913 kg/ha, com peso médio/animal de 410 kg. O custo por hectare ficou em R$ 1.500,94 com uma receita de R$ 3.254,40 por hec-tare, e um lucro de R$ 1.753,46 por hectare/ano.

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