O SALVAMENTO DOS VESTÍGIOS ESTRUTURAIS DO NAVIO PORTUGUÊS DO SÉCULO XVI DE ORANJEMUND, NAMÍBIA, 2008-2009 – UM EXEMPLO DE COOPERAÇÃO ENTRE UM ESTADO “COSTEIRO” E UM ESTADO “DE BANDEIRA”

Francisco José Soares Alves

Resumo


Ao proporcionar uma acrescida acessibilidade do património cultural subaquático, a invenção do escafandro autónomo deu origem, após a 2ª Guerra Mundial, ao nascimento da arqueologia subaquática, mas também, simultaneamente, ao exponencial agravamento da vulnerabilidade deste património face aos caçadores de recordações e de tesouros – expressões a diferentes níveis da predatória “caça aos tesouros submersos” – actividade que concerne muitos países, entre os quais Portugal, cujo património cultural subaquático, por razões geográficas e históricas, jaz em águas de todo o mundo. Em 2001, perante o imperativo de salvaguarda do património cultural subaquático mundial, aUNESCO adoptou a Convenção sobre a Protecção do Património Cultural Subaquático, até à data ratificada ou aceite por 44 países de todos os continentes, entre os quais se contam, a Espanha (em 2005), Portugal (em 2006), a Itália (em 2010), e a França (em 2013), países de tradição marítima histórica.

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