BARREIRAS NO PROCESSO DE NACIONALIZAÇÃO DE MERCADORIAS EM ANGOLA

Neir Alberto Lucinga Chitén, Julio Cesar Zilli

Resumo


O dinamismo do comércio internacional proporciona novos desafios para as empresas importadoras e exportadoras, por meio das diversas alterações econômicas, logísticas, documentais e de infraestrutura. Este cenário, coloca as empresas em uma constante flexibilidade para suprir os desafios advindos da globalização. Diante do crescimento das relações internacionais, as empresas
estão cada vez mais próximas umas das outras, trocando benefícios, serviços, visando aumentar a sua lucratividade. Com o decorrer dos anos, a internacionalização tornou-se uma alternativa viável de expansão de mercado, além de ser fonte de obtenção de lucros e verificar suas competências, estabelecendo então, alianças estratégias importantes para o seu desenvolvimento (MINERVINI, 2001).A ascensão das relações internacionais e o fluxo contínuo de bens e serviços em mercados multiculturais fez que os países se reorganizassem e se readequassem principalmente no âmbito da logística internacional (MARINI, 2010). A pauta das importações de Angola é concentrada
principalmente em bens industrializados e a exportação em combustíveis, necessitando de: “[...] eficácia no fluxo de importações e exportações, com destaque para o despacho aduaneiro de importação, por ser um procedimento fiscal pelo qual todas as mercadorias passam necessariamente, a fim de serem nacionalizadas” (ZILLI; LINO; DAL TOÉ, 2013, p.2). Nesse contexto, o estudo tem por objetivo identificar as barreiras internas e externas das empresas importadoras de Angola no processo de nacionalização das mercadorias.


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