A CAPACIDADE ABSORTIVA NO PROCESSO DE INTERNACIONALIZAÇÃO: UM ESTUDO MULTICASO

Lya Carolinne Nazario de Farias, Julio Cesar Zilli

Resumo


Nieto e Quevedo (2005), afirmam que as empresas possuem muitas capacidades de inovar, por que a capacidade de absorver conhecimento é bastante diferenciada. McCann e Folta (2008) também enfatizam que, apesar de existir outros elementos que possam levar a diferentes inovações, a Capacidade Absortiva pode ser um direcionador para se entender as diferenças de proveitamento assimétrico do conhecimento. Assim, a Capacidade Absortiva trata da habilidade da organização em identificar o conhecimento técnico e científico à disposição no ambiente externo; a forma da organização de assimilar o conhecimento externo, internalizando-o; a vontade da organização na evolução desse conhecimento em algo que se possa utilizar na sociedade; e, finalmente, do poder de recompensa da organização na implantação do conhecimento para que se resulte em produtos e serviços valiosos ao mercado (COHEN; LEVINTHAL, 1990; ZAHRA; GEORGE, 2002; JANSEN; VAN DEN BOSCH; VOLBERDA, 2005; LANE; KOKA; PATHAK, 2006). A partir desse contexto, verifica-se uma oportunidade de identificar o papel da capacidade absortiva como um instrumento para aprimorar o processo de internacionalização de duas indústrias (química e flexográfica) do Sul de Santa Catarina.


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