O ENFERMEIRO NO CUIDADO À FAMÍLIA DO PACIENTE ONCOLÓGICO: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

Autores

  • Wanderson Alves Ribeiro UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
  • Marilda Andrade Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Vice-Diretora, Professora Associada Escola de Enfermagem Aurora Afonso Costa da UFF, Niterói/RJ. E-mail: marildaandrade@uol.com.br.
  • Bruna Porath Azevedo Fassarella Enfermeira. Mestranda em Ciências Aplicadas em Saúde da Universidade Severino Sombra. E-mail: brunaporath@gmail.com
  • Luiz Cláudio da Cruz Faria Enfermeiro. Graduado pela Universidade Iguaçu. E-mail: mesumoniqueluiz@gmail.com
  • Mesulemete do Nascimento Martins Enfermeira. Graduado pela Universidade Iguaçu. E-mail: mesulemetemb@gmail.com
  • Monique Lopes Gomes Enfermeira. Graduado pela Universidade Iguaçu. E-mail:mesulemetemb@gmail.com 6. Enfermeira. Graduado pela Universidade Iguaçu. E-mail: moniquelopesgomes@hotmail.com
  • João Luiz Ramos de Souza Enfermeiro. Pós-Graduado Em Processos Educacionais na Saúde com ênfase em metodologia ativa pelo IEP Sírio Libanês. E-mail: joaoluiz_100@yahoo.com.br
  • Juliana Mendes da Silva Enfermeira. Residente em Saúde da Família pela UFRJ. E-mail: julianameenders@gmail.com

DOI:

https://doi.org/10.18616/inova.v9i1.4555

Resumo

O câncer se caracteriza por uma proliferação anormal de determinados tecidos, a qual escapa ao controle do organismo, tendendo à autonomia e geralmente causando efeitos extremamente agressivos sobre o corpo. Tem-se como objetivo descrever a relevância do enfermeiro no cuidado ao familiar do paciente oncológico. Trata-se de uma revisão bibliográfica de abordagem qualitativa. Para tal utilizou-se a Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), nas seguintes bases de informações: LILACS; MEDLINE e SCIELO no período de janeiro a junho de 2018. Nesse sentido, a postura que o enfermeiro vai adotar precisa começar já no momento do diagnóstico, no sentido de aliviar o impacto de uma notícia deste tipo, esclarecendo sobre a ampliação das possibilidades de sobrevida e os ganhos possíveis em termos de qualidade de vida nos dias atuais, garantindo ao paciente que ele não estará solitário no enfrentamento do problema e de suas consequências, agindo também no sentido de estimular a esperança como condição fundamental para um tratamento exitoso, entre outras intervenções eficientes e humanizadas, como a dedicação total ao tratamento, a manutenção da autoestima, os benefícios de planejar um futuro ativo e positivo. Conclui-se o enfermeiro necessita identificar e avaliar suas próprias concepções relativas à doença e à interrupção da existência física, para que possa manter seu equilíbrio e estabelecer estratégias de enfrentamento, através da elaboração de metas claras e efetivamente significativas a serem direcionadas ao paciente e à família.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Wanderson Alves Ribeiro, UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

Enfermeiro. Preceptor Acadêmico do Curso de Graduação em Enfermagem da UNIABEU. Docente do Curso de Formação Técnica em Enfermagem do CTEF; Docente do Curso de Qualificação Técnica em CTI Pediátrico e Neonatologia pela Silva Treinamentos; supervisor de estágio da formação técnica em enfermagem pelo Centro Educacional Souza Barros; Mestrando Acadêmico em Ciências do Cuidado em Saúde pela EEAAC/UFF; Pós-Graduado em Saúde da Família pela UNIRIO; Pós-Graduado em Paciente de Alta Complexidade com ênfase em CTI pela UNIGRANRIO; Pós-Graduado em Informática em Saúde pela UNIFESP; Pós-Graduando em Nefrologia Multidisciplinar pela UFMA e Pós-Graduando em Gestão de Redes de Atenção em Saúde pela FIOCRUZ; Pós-Graduando em Neonatologia e CTI Pediátrico pela FAVENI.

Downloads

Publicado

2019-07-03

Edição

Seção

Atenção à Saúde