Doença de Paget Mamária em um paciente do Sul de Santa Catarina: relato de caso

Autores

  • Luiza Caroline Netto Zanette Universidade do Extremo Sul Catarinense. Criciúma-SC, Brasil.
  • Donizete Da Rosa Junior Universidade do Extremo Sul Catarinense. Criciúma-SC, Brasil.
  • Júlia Budny Serafim Universidade do Extremo Sul Catarinense. Criciúma-SC, Brasil.
  • Kristian Madeira Universidade do Extremo Sul Catarinense. Criciúma-SC, Brasil.
  • Beatriz Serafim Althoff Rocha Hospital São José, Criciúma-SC, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.18616/inova.v16i2.6806

Resumo

A doença de Paget na mama ocorre no complexo mamilo-aréola, com alterações eczematoides com invasão da epiderme por células malignas (Paget). É uma lesão unilateral, ulcerada, com crosta ou descamação que pode se estender até a aréola, podendo ter dor, queimação ou coceira e provável descarga sangrenta. Para o diagnóstico, mamografia e biópsia são recomendadas. O tratamento de escolha é mastectomia total ou parcial. No relato de caso apresentado, paciente feminino, 25 anos, diagnosticada com Doença de Paget do mamilo direito. Apresentava ulceração em região papilar e realizada mamografia com resultando em categoria Breast Imaging and Reporting Data System (BI-RADS) 4C em mama direita e BI-RADS 1 em mama esquerda. Foi realizada mastectomia simples com biopsia de linfonodo sentinela e reconstrução imediata de mama direita com implante de silicone. Não houve intercorrências no procedimento, evoluiu com sinais vitais estáveis, recebendo alta hospitalar no dia. Em retornos paciente apresentava sem alterações. Trouxe resultado do anatomopatológico da peça: Carcinoma Ductal in situ grau 3 e Linfonodo Sentinela 0/1. Foi solicitada imuno-histoquímica com resultado: receptor hormonal (Rh) negativo e receptor de fator de crescimento epidérmico humano tipo 2 (HER2) 3+.

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Biografia do Autor

Luiza Caroline Netto Zanette, Universidade do Extremo Sul Catarinense. Criciúma-SC, Brasil.

Acadêmica do Curso de Medicina da Universidade do Extremo Sul Catarinense. Criciúma-SC, Brasil.

Donizete Da Rosa Junior, Universidade do Extremo Sul Catarinense. Criciúma-SC, Brasil.

Médico pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), Criciúma (SC), Brasil.

Júlia Budny Serafim, Universidade do Extremo Sul Catarinense. Criciúma-SC, Brasil.

Médica pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), Criciúma (SC), Brasil.

Kristian Madeira, Universidade do Extremo Sul Catarinense. Criciúma-SC, Brasil.

Doutor em Ciências da Saúde, Me em Educação, Especialista em Educação Matemática, Licenciado em Ciências e Matemática, professor de Bioestatística da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), Criciúma (SC), Brasil e pesquisa do Laboratório de Pesquisa Aplicada em Computação e Métodos Quantitativos (LACOM).

Beatriz Serafim Althoff Rocha, Hospital São José, Criciúma-SC, Brasil.

Médica pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis (SC), Brasil. Esp. em Ginecologia e obstetrícia pelo Hospital Pérola Byington, São Paulo (SP), Esp. em Mastologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), São Paulo (SP).

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Publicado

2026-06-30

Edição

Seção

Fisiopatologia