Ortotanásia: Desafios e Percepções na Enfermagem

Autores

  • Prisca Silva de Oliveira Universidade de Vassouras
  • Marilei de Melo Tavares Universidade de Vassouras
  • Adiel Queiroz Ricci Universidade de Vassouras
  • Luther King de Andrade Santana Universidade de Vassouras
  • Mônica de Almeida Carreiro Universidade de Vassouras
  • Ulisses Rodrigues Dias Universidade de Vassouras

DOI:

https://doi.org/10.18616/inova.v15i3.6933

Resumo

A Enfermagem é a profissão responsável por cuidar do ser humano de forma longitudinal, ou seja, desde o nascimento até o momento de sua morte, buscando aplicar nos cuidados de enfermagem diferentes conhecimentos que aprimorem essa prática, inclusive nos cuidados paliativos. O conceito de ortotanásia se refere a uma “morte correta” ou “morte natural”, é usado para definir a finitude da vida de uma forma que apresente menos sofrimento possível ao paciente e assegurar sua dignidade como ser humano no momento de morte. O estudo apresenta como objetivo principal analisar os desafios e percepções na enfermagem em relação a prática da ortotanásia. Trata-se de um estudo de caráter qualitativo com abordagem descritiva, de caráter exploratório. O estudo obteve aprovação do Comitê de ética e Pesquisa, parecer n°5.084.563. A coleta de dados foi realizada através de um questionário no Google forms com perguntas abertas e fechadas que foi enviado aos participantes no whatsapp com um link para o acesso. Após a coleta de dados procedeu-se análise de conteúdo. Os acadêmicos de enfermagem e enfermeiros possuem poucos conhecimentos em relação a ortotanásia e reconhecem que tal prática possui benefícios e percebem que existem desafios como uma formação acadêmica vaga e a compreensão da família dentro do contexto desta prática. O presente estudo demonstrou que os acadêmicos e enfermeiros possuem percepções escassas quanto à ortotanásia e que os desafios existentes precisam ser superados para que a ortotanásia seja realizada de forma que proporcione o melhor cuidado para o paciente.

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Biografia do Autor

Prisca Silva de Oliveira, Universidade de Vassouras

Acadêmica do Curso de Enfermagem da Universidade de Vassouras

Marilei de Melo Tavares, Universidade de Vassouras

Psicóloga. Pós-doutorado pela UERJ. Professora Adjunto do Curso de Enfermagem da Universidade de Vassouras. Líder do Núcleo de Pesquisa CNPq -Nupetmae. Docente do Curso de Psicologia, da Universidade de Vassouras.

Adiel Queiroz Ricci, Universidade de Vassouras

Mestre. Doutorando em Estudos de Linguagem. Docente do Curso de Enfermagem da Universidade de Vassouras.

Luther King de Andrade Santana, Universidade de Vassouras

Filósofo. Doutorando em Educação. Professor do Curso de Enfermagem da Universidade de Vassouras.

Mônica de Almeida Carreiro, Universidade de Vassouras

Enfermeira.  Doutora. Professora do curso de Enfermagem da Universidade de Vassouras.

Ulisses Rodrigues Dias, Universidade de Vassouras

Biólogo. Mestre. Integrante Grupo de Pesquisa do CNPq NUPETMAE. Professor do Curso de Enfermagem da Universidade de Vassouras.

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Publicado

2025-02-18

Edição

Seção

Atenção à Saúde