DISCROMATOPSIA: UMA ALTERAÇÃO GENÉTICA NEGLIGENCIADA

Autores

  • Victória de Oliveira Santos Universidade do Planalto Catarinense - UNIPLAC
  • Rosiléia Marinho de Quadros Universidade do Planalto Catarinense - UNIPLAC http://orcid.org/0000-0003-2801-0289

DOI:

https://doi.org/10.18616/inova.v14i4.6939

Resumo

A discromatopsia é um distúrbio genético sem cura que faz o paciente não enxergar determinado comprimento de onda ou que as confundam. O objetivo deste estudo foi conhecer a situação dos estudantes da rede municipal de educação em relação a discromatopsia congênita. A pesquisa foi realizada com estudantes do ensino fundamental de quatro escolas da rede municipal de educação da cidade de Lages, Santa Catarina. O teste presuntivo para avaliar a visão de cores dos estudantes foi pela edição simplificada e modificada do livro de Ishihara. Foram examinados através do teste presuntivo de Ishihara para discromatopsia 80 alunos, destes 42 meninas e 38 meninos. Em relação as idades 58,75% na faixa entre 9 a 10 anos e 32,50 % dos estudantes estavam na quinta série do ensino fundamental. O resultado do teste presuntivo de Ishihara, revelou que uma menina não conseguiu detectar o número da placa do número 74, sendo considerado na interpretação do teste como discromatopsia total e três meninos e uma menina apresentaram deficiência nas cores verde e vermelho o que caracteriza um tipo de discromatopsia conhecida por deuteranopia. Mesmo que no estudo tenha sido baixa a presença deste distúrbio, se fazem necessárias políticas educacionais com maior preocupação com este problema, uma vez que interfere no processo de ensino-apredizagem dos alunos, o que seria importante que os professores do ensino fundamental fossem capacitados para identificar alunos com problemas de visão em relação a cores e promover medidas de orientação nas escolas. O diagnóstico precoce da discromatopsia pode proporcionar às crianças e familiares aconselhamento do que poderão fazer e buscar soluções de como trabalhar nas escolas com os alunos em relação as atividades pedagógicas.

Biografia do Autor

Victória de Oliveira Santos, Universidade do Planalto Catarinense - UNIPLAC

Acadêmica do Curso de Enfermagem.

Rosiléia Marinho de Quadros, Universidade do Planalto Catarinense - UNIPLAC

Laboratório de Microbiologia, Curso de Biomedicina e Enfermagem.

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Publicado

2024-02-19

Edição

Seção

Fisiopatologia