Violência contra transexuais no Brasil

A interseccionalidade no contexto da vulnerabilidade social

Autores

  • Sheila Roberta Fabro Bertolini
  • Policardo Gonçalves da Silva
  • Tieli Krug Rodrigues

Resumo

O tema da presente pesquisa é a violência contra pessoas transexuais
no Brasil e sua relação com a interseccionalidade, entendida como múltiplas formas
de subordinação. Os determinantes sociais da saúde (DSS), adotados pela
Organização Mundial de Saúde (OMS), expressam, conforme apontam Buss e Filho
(2007, p.78) o quanto as condições de vida e de trabalho dos indivíduos e grupos
estão relacionadas à sua situação de saúde, inclusive taxas de mortalidade. A
Associação Nacional de Travestis de Transexuais – Antra, publica anualmente o
“Dossiê: assassinatos e violências contra travestis e transexuais brasileiras”
(Benevides, 2023). Na edição de 2023 são apontados 131 assassinatos de pessoas
transexuais no país. Estes dados colocam o Brasil, pelo 14º ano consecutivo, como o
país que mais mata pessoas transexuais em todo o mundo, com a idade média das
vítimas de 35 anos e, em 80% dos casos, com requintes de crueldade.

Biografia do Autor

Policardo Gonçalves da Silva

Doutor em Enfermagem e Mestre em Ciências pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da
Universidade de São Paulo.

Tieli Krug Rodrigues

Mestre em Psicologia pela Universidade do Minho, Portugal.

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Publicado

2025-12-11