O direito à terra no Brasil

rememorando os sentidos da colonização

Autores

  • Karin Santana Santos
  • Ana Carolina Gonçalves Valença

Resumo

O presente artigo visa realizar uma análise acerca da política fundiária
brasileira partindo do período Republicano. Para tal, será realizada uma pesquisa
qualitativa, por meio de revisão e bibliográfica, tomar-se-á como base documental o
Estatuto de Terra, a fim de defender o posicionamento de que a política fundiária é o
cerne da estruturação de pactos pelo alto que dificultaram conjunturalmente a
materialização do direito à terra no cenário brasileiro. Nessa senda a Constituição
Federal de (1891) foi um dos principais dispositivos jurídicos- normativos de
dominação dos grupos oligárquicos sobre o efetivo conjunto da sociedade, dotando
de capacidade ideológica as oligarquias regionais que atuavam a fim de manter e
reproduzir o seu status quo, o que implicava diretamente na manutenção e reprodução
de determinados padrões de produção, engendrando a reiteração de um “caráter
essencialmente agrícola” da economia brasileira, que se dispunha como fonte
essencial à serviço do processo de acumulação nos grandes blocos hegemônicos.

Biografia do Autor

Karin Santana Santos

Doutoranda em Educação (Unesp), Estudante – Bacharelado em Direito (Faculdades Reges
Osvaldo Cruz). Email: karin.santana@unesp.br

Ana Carolina Gonçalves Valença

Mestre em Direito. Docente no curso de Direito da Faculdade Reges Osvaldo Cruz. Email:
anacarolvalenca@hotmail.com

Downloads

Publicado

2025-12-17