DOENÇA DE ALZHEIMER: ASPECTOS FISIOPATOLÓGICOS, QUALIDADE DE VIDA, ESTRATEGIAS TERAPÊUTICAS DA FISIOTERAPIA E BIOMEDICINA

Autores

  • Eduarda Machado Bitencourt Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Claudia Marlaine Xavier Kuerten Universidade do Extremo Sul Catarinense http://orcid.org/0000-0002-7326-4424
  • Josiane Budny Unidade de Doenças Neurodegenerativas, Laboratório de Neurociências, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da UNESC.
  • Talita Tuon Bem Viver Com Alzheimer, Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), Unidade Acadêmica de Ciências da Saúde, Curso de Fisioterapia. Laboratório de Sinalização Neural e Psicofarmacologia, Laboratório de Neurotoxicidade e Neuroproteção, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da UNESC. Unidade de Doenças Neurodegenerativas, Laboratório de Neurociências, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da UNESC.

DOI:

https://doi.org/10.18616/inova.v8i2.3573

Resumo

Com aumento da expectativa de vida os indivíduos vem alcançando idade mais avançada e desenvolvendo doenças neurodegenerativas como a doença de Alzheimer. Uma doença que leva danos cognitivos, proprioceptivas e a demência. Se apresenta em três estágios: Estagio 1: No  inicio da doença com problemas moderados de memória como esquecimento; Estagio 2: o indivíduos necessita de cuidados ocorre perda da funcionalidade, temporalidade e esquecimentos, perda de memória recentes, a interpretação dos estímulos é prejudicada. Não consegue mais realizar suas atividades diárias sozinho. Estagio 3: perda quase completa da capacidades cognitiva, completa dependência de um cuidador. Métodos Foram realizadas buscas sistematizadas em bases de dados eletrônicas (Scielo, Pubmed, Google Acadêmico). Resultados e conclusão: Os estudos analisados sugerem a eficácia da Fisioterapia, na melhora da função motora, para manter o equilíbrio, a força e a cognição em pacientes com DA. Além disso, exercício está associado com menor prevalência e incidência de demência (32%), bem como de declínio cognitivo. a Biomedicina é muito importante para auxiliar nas áreas que envolvam avaliações da qualidade de vida deste paciente, criar estratégias educativas, de prevenção, promoção e intervenção na busca de uma velhice bem-sucedida junto aos familiares e cuidadores.

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Biografia do Autor

Eduarda Machado Bitencourt, Universidade do Extremo Sul Catarinense

Academica do Curso de Biomedicina da UNESC. bolsista do Projeto de Extensão Bem Viver Com Alzheimer.

Claudia Marlaine Xavier Kuerten, Universidade do Extremo Sul Catarinense

Acadêmica de Fisioterpia da Universidade do Extremo Sul Catarinense, bolsista do Projeto de Extensão Bem Viver Com Alzheimer.

Josiane Budny, Unidade de Doenças Neurodegenerativas, Laboratório de Neurociências, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da UNESC.

Mestra e doutora em Ciências da Saúde, professora, pesquisadora da Unidade de Doenças Neurodegenerativas, Laboratório de Neurociências, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da UNESC.

Talita Tuon, Bem Viver Com Alzheimer, Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), Unidade Acadêmica de Ciências da Saúde, Curso de Fisioterapia. Laboratório de Sinalização Neural e Psicofarmacologia, Laboratório de Neurotoxicidade e Neuroproteção, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da UNESC. Unidade de Doenças Neurodegenerativas, Laboratório de Neurociências, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da UNESC.

Bem Viver Com Alzheimer, Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), Unidade Acadêmica de Ciências da Saúde, Curso de Fisioterapia, pesquisadora do Laboratório de Sinalização Neural e Psicofarmacologia, Laboratório de Neurotoxicidade e Neuroproteção, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da UNESC.

Unidade de Doenças Neurodegenerativas, Laboratório de Neurociências, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da UNESC.

Professora do curso de Fisioterapia na UNESC

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Publicado

2019-05-08

Edição

Seção

Fisiopatologia