CORRELAÇÃO SÍFILIS CONGÊNITA E ATENÇÃO BÁSICA
DOI:
https://doi.org/10.18616/inova.v14i1.6100Resumo
Avaliar a cobertura populacional das equipes de Atenção Básica nos municípios de Santa Catarina e sua correlação com o número de casos novos de sífilis congênita em menores de um ano de idade. Realizado estudo ecológico transversal que utilizou dados secundários dos bancos de dados oficiais do Estado de Santa Catarina, nos anos de 2017 e 2018. O indicador número de casos novos de sífilis congênita em menores de um ano de idade é inversamente correlacionado aos indicadores de cobertura populacional de equipes de atenção básica e de cobertura populacional de saúde da família, mantendo a correlação para os anos de 2017-2018. O estudo confirma a hipótese de que os municípios com melhor cobertura de ESF apresentam melhor desfecho para a ocorrência de casos novos de sífilis congênita, uma vez que ao analisar isoladamente essas duas variáveis, os indicadores estão inversamente correlacionados, quanto maior a cobertura de ESF menores são os casos novos de sífilis congênita.
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