CORRELAÇÃO SÍFILIS CONGÊNITA E ATENÇÃO BÁSICA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18616/inova.v14i1.6100

Resumo

Avaliar a cobertura populacional das equipes de Atenção Básica nos municípios de Santa Catarina e sua correlação com o número de casos novos de sífilis congênita em menores de um ano de idade. Realizado estudo ecológico transversal que utilizou dados secundários dos bancos de dados oficiais do Estado de Santa Catarina, nos anos de 2017 e 2018. O indicador número de casos novos de sífilis congênita em menores de um ano de idade é inversamente correlacionado aos indicadores de cobertura populacional de equipes de atenção básica e de cobertura populacional de saúde da família, mantendo a correlação para os anos de 2017-2018. O estudo confirma a hipótese de que os municípios com melhor cobertura de ESF apresentam melhor desfecho para a ocorrência de casos novos de sífilis congênita, uma vez que ao analisar isoladamente essas duas variáveis, os indicadores estão inversamente correlacionados, quanto maior a cobertura de ESF menores são os casos novos de sífilis congênita.

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Biografia do Autor

Ana Cláudia da Cunha, Secretaria Municipal de Saúde - São José-SC

Especialista em Enfermagem na Saúde da Família. Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), campus Florianópolis (UFSC), SC, Brasil. Enfermeira da Secretaria Municipal de Saúde, Setor de Planejamento em Saúde, São José, SC, Brasil. 

Sabrina da Silva de Souza, Secretaria Municipal de Saúde de São José - SC Hospital Universitário - UFSC - SC

Doutora em Enfermagem. Docente do Programa de Pós Graduação em Gestão do Cuidado, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Enfermeira da Emergência Adulto do HU/UFSC, Florianópolis, SC, Brasil, e do Setor de Planejamento em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, São José, SC, Brasil. 

Dione Lúcia Prim Laurindo, Secretaria Municipal de Saúde de São José-SC

Especialista em Saúde da Família. Universidade Federal de Santa Catarina, campus Florianópolis (UFSC), SC, Brasil. Enfermeira da Secretaria Municipal de Saúde, Setor de Controle e Avaliação, São José, SC, Brasil. 

Katheri Maris Zamprogna, Secretaria Municipal de Saúde de São José-SC

Doutora em Enfermagem. Universidade Federal de Santa Catarina, campus Florianópolis (UFSC), SC, Brasil.

Samara Eliane Rabelo Suplici, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis/SC

Doutora em Enfermagem. Universidade Federal de Santa Catarina, campus Florianópolis (UFSC), SC, Brasil. Membro do Laboratório de Pesquisas e Tecnologias em Enfermagem e Saúde às Pessoas em Condição Crônica (NUCRON/UFSC), Florianópolis, SC, Brasil. 

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Publicado

2023-02-09

Edição

Seção

Epidemiologia