O IMPACTO DA PANDEMIA NO RASTREIO E NO DIAGNÓSTICO DE CÂNCER DE MAMA NO BRASIL

Autores

  • João Vítor Santana Mendes UNESC
  • Gabriela Ferreira Gomide
  • Laura Ceolin de Jesus
  • Maria Eduarda Scheeren Xavier
  • Paulo Otávio Hilário Pinter
  • Maria Heloísa Perdoná da Silveira
  • Maria Laura Zanette Naspolini
  • Taynara Brasil de Freitas

DOI:

https://doi.org/10.18616/inova.v14i2.7810

Resumo

RESUMO:

A pandemia levou à necessidade de isolamento social e adaptação dos serviços de saúde, o que acarretou no atraso na realização de exames de rastreios importantes na saúde da população. Para pacientes com lesões pré-malignas ou malignas em estágios iniciais, este atraso compromete significativamente o prognóstico. O objetivo é quantificar o impacto da pandemia sobre o número de mamografias durante 2020. É um estudo observacional descritivo com coleta de dados secundária proveniente do DATASUS referentes ao número de mamografias realizadas em pacientes alvo de rastreio em 2019 e 2020, e referente ao número de diagnóstico de Câncer de Mama no mesmo período. Em 2019, 1.966.565 mamografias foram realizadas no Brasil em mulheres, com queda de 39,37% no número de mamografias realizadas em 2020 (1.192.274 no total). O número de diagnósticos de neoplasias mamárias também diminuiu de forma preocupante de 25.510 para 23.144 em 2020. Em virtude do isolamento social instaurado como forma de diminuir as chances de contágio pelo vírus, a pandemia impactou de forma negativa o rastreamento e o diagnóstico de câncer de mama no país.

PALAVRAS CHAVES: mamografia, neoplasia, prevenção, mama, COVID-19.

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Publicado

2023-02-14

Edição

Seção

Artigo