A DISFAGIA NO ENVELHECIMENTO ASSOCIADA A DESNUTRIÇÃO E DESENCADEAMENTO DE TRANSTORNOS MENTAIS

Autores/as

  • Suelen Capelari Laboratório de Doenças Neurodegenerativas; Laboratório de Neurociências; Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde; Unidade Acadêmica de Ciências da Saúde -Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, Criciúma, SC, Brasil.
  • Josiane Budni Laboratório de Doenças Neurodegenerativas; Laboratório de Neurociências; Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde; Unidade Acadêmica de Ciências da Saúde -Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, Criciúma, SC, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.18616/inova.v9i1.3588

Resumen

Considerando o declínio da homeostase do organismo causado pelo envelhecimento, esta revisão de literatura tem como objetivo contribuir para o aprofundamento de informações e aperfeiçoamento dos profissionais da saúde sobre o processo envelhecimento e suas comorbidades de forma a proporcionar maior longevidade com qualidade à população que está envelhecendo. O diagnósticos de demências cresce em todo mundo e associado à elas, a disfagia, o indica uma maior probabilidade para a desnutrição,  o que é relevante para os aspectos físicos, funcionais, sociais e econômicas. Assim, a desnutrição está associada com maior risco de mortalidade, taxas mais elevadas de infecção, um aumento do número de quedas e fraturas, permanência hospitalar, má qualidade de vida, ansiedade e depressão. Ao realizar tal levantamento de dados pode-se observar que há escassos estudos que correlacionam envelhecimento, depressão, déficit cognitivo com disfagia dos idosos. O aumento acelerado da população idosa, torna necessário mais pesquisas sobre o envelhecimento. 

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Publicado

2019-07-03

Número

Sección

Fisiopatologia