OS NÍVEIS DE ALFABETIZAÇÃO EM SALA DE AULA, NA CONCEPÇÃO DE EMÍLIA FERREIRO

Autores

  • Tatiane Maciel Beza UNESC
  • Samira Casagrande UNESC

DOI:

https://doi.org/10.18616/rsp.v3i1.4575

Resumo

O artigo apresentado busca compreender a prática dos professores do primeiro ano do ensino fundamental, quanto a utilização dos diferentes níveis de escrita segundo a psicogênese de Emília Ferreiro para avaliar o processo inicial de alfabetização. Desta forma, ocorreu uma pesquisa teórica, baseada em diversos autores, para posteriormente ocorrer uma entrevista semiestruturada com sete professores da rede municipal do Extremo Norte do Rio Grande do Sul. A entrevista teve como objetivo o reconhecimento das professoras sobre os níveis da psicogênese dentro da sala de aula, se este conhecimento existia na grade curricular de suas formações iniciais e também um questionamento quanto aos diferentes métodos de ensino existentes para o processo de alfabetização. É nítido durante a análise realizada, que os professores entrevistados ainda baseiam-se num ensino tradicional e mecanicista, mesmo afirmando algumas vezes conhecer e praticar um ensino construtivista, ainda relatam práticas como a utilização das famílias silábicas, de ensino baseado em estímulo e resposta, e muitas vezes sem mencionar qualquer base teórica para a realização de suas atividades práticas, ou seja, uma alfabetização que ocorre a partir daquilo que o professor acredita ser necessário e estar correto.

PALAVRAS CHAVE: Psicogênese da Língua Escrita; Métodos de Alfabetização; Formação Inicial Docente.

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Biografia do Autor

Tatiane Maciel Beza, UNESC

Graduanda em Pedagogia

Samira Casagrande, UNESC

Graduada em Pedagogia. Mestre em Educação

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Publicado

2018-10-18