O TRABALHO DOS ESTAGIÁRIOS DAS LICENCIATURAS NO PROCESSO DE INCLUSÃO DOS ALUNOS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA) NO ENSINO REGULAR DA REDE MUNICIPAL DE CRICIÚMA/SC

Autores

  • Heloísa Delfino Ricardo
  • Édina Regina Baumer

DOI:

https://doi.org/10.18616/rsp.v6i2.7745

Resumo

O presente artigo tem como tema "o trabalho dos estagiários das licenciaturas no processo de inclusão dos alunos com transtorno do espectro autista (TEA) no ensino regular da rede municipal de Criciúma/SC.". Tem como objetivo compreender quais as dificuldades encontradas pelos estagiários, entendendo o trabalho dos estagiários no estágio não obrigatório. A natureza é básica, sendo exploratória e qualitativa por meio de uma pesquisa de campo. A coleta de dados foi realizada a partir de um questionário com acadêmicos das licenciaturas da UNESC. Com os relatos apresentados pode-se perceber os desafios que eles encontram, muitas vezes por falta de conhecimento sobre a criança com autismo e a falta de orientação/formação, sendo que sua participação na inclusão do aluno com TEA é de extrema importância, pois é necessário que este aluno tenha consigo alguém que o acompanhe durante seu período de aprendizagem. A inclusão do aluno com autismo é prevista por leis, por isso é essencial que sua permanência seja garantida. O estudo revelou que é relevante que os estagiários recebam algum tipo de suporte e ajuda de profissionais qualificados que farão com que o trabalho seja realizado com confiança e sabedoria, pois todo esse aprendizado irá refletir na vida tanto dos alunos com TEA que estão ali para receber este acompanhamento quanto na do próprio estagiário, sendo que este período irá acrescentar em sua carreira, pois sabe-se que a criança com autismo precisa principalmente do apoio dos pais e uma boa educação, esta que é uma das exigências do acompanhamento.

PALAVRAS-CHAVE: Inclusão. Estagiário. TEA. Ensino regular.

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Publicado

2022-12-07