JUVENTUDE E A PRECARIZAÇÃO NAS RELAÇÕES DE TRABALHO: APONTAMENTOS E REPERCUSSÕES A PARTIR DA REFORMA TRABALHISTA

Autores

  • Cristiano Lange dos Santos Universidade de Santa Cruz do Sul – UNISC
  • Meline Tainah Kern Universidade de Santa Cruz do Sul

Resumo

O tema do artigo é juventude e as relações de trabalho. O problema é questionar como a aprovação da Lei n. 13.467 de 13 de julho de 2017, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) impacta nas transições juvenis para a vida adulta aumentando a precarização das relações de trabalho. O trabalho está organizado em quatro momentos: no primeiro, faz-se o apanhado histórico do processo de reconhecimento jurídico do jovem como sujeito de direitos; no segundo, apresenta-se problematizações sobre as fases de transição que caracterizam os jovens; em terceiro, apresenta-se os institutos jurídicos controversos que empurram os jovens para as novas formas de trabalho que caracterizam a precarização. E em quarto, verifica-se os aspectos jurídicos do instituto do teletrabalho. O método de abordagem é dedutivo e o método de procedimento é monográfico com técnicas de pesquisa bibliográfica e documental. Conclui-se que as novas relações de trabalho trazidas pela Lei n. 13.467 de 13 de julho de 2017 impactam diretamente no processo de transição juvenil.
Palavras-Chave: DIREITO, JUVENTUDE, PRECARIZAÇÃO, RELAÇÕES DE TRABALHO.

Biografia do Autor

Cristiano Lange dos Santos, Universidade de Santa Cruz do Sul – UNISC

Doutorando do Programa de Pós-graduação em Direito da Universidade de Santa Cruz do Sul – UNISC. Integrante do Grupo de Estudos em Direitos Humanos de Crianças, Adolescentes e Jovens (GRUPECA/UNISC).

Meline Tainah Kern, Universidade de Santa Cruz do Sul

Acadêmica do Curso de Direito da Universidade de Santa Cruz do Sul. Integrante do Grupo de Estudos em Direitos Humanos de Crianças, Adolescentes e Jovens (GRUPECA/UNISC).

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Publicado

2018-11-05

Edição

Seção

Políticas Públicas, Direitos Fundamentais e Trabalho Digno