Aleitamento materno e obesidade infantil em escolares da rede municipal de ensino de Criciúma, SC

Autores

  • Tamy Colonetti Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Adriana Soares Lobo Universidade do Extremo Sul Catarinense

Resumo

Este estudo teve como objetivo verificar se a duração do aleitamento materno está associada à obesidade infantil em escolares de Criciúma (SC). A população do estudo envolveu alunos do ensino fundamental de seis a nove anos de idade. Para a coleta de dados foi elaborado um questionário contento questões objetivas referentes à duração aleitamento materno. A coleta de dados ocorreu dentro das dependências da escola durante o período de aula. O estado nutricional dos escolares foi classificado segundo indicação da OMS de 2007. Os dados obtidos foram tabulados em uma planilha do programa Excel. A análise estatística foi feita no programa SPSS (Statistical Package for Social Sciences) e consistiu do cálculo de médias, desvio padrão, frequências absolutas e relativas. Associações foram testadas utilizando a Teste χ2 ou Exato de Fischer, adotando-se o valor de p<0,05 como significância. Dos 174 alunos que participaram da pesquisa, 85 (48,85%) eram do sexo feminino e 89 (51,15%) do sexo masculino. O estado nutricional mais prevalente foi o de eutrofia (71,8%). O sobrepeso foi encontrado em 13,2% dos avaliados e a obesidade em 12,1%. A maior parte das mães (91,4%) relatou ter amamentado seus filhos, apenas 8,6% não receberam aleitamento materno. No presente estudo não foram encontradas associações significativas entre oferta de leite materno e estado nutricional (p= 0,367).

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Publicado

2012-12-07

Edição

Seção

Atenção à Saúde