ATUAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA PARA REDUÇÃO DO QUADRO ÁLGICO NO TRABALHO DE PARTO ATIVO

Autores

  • Ariete Ines Minetto Universidade do Extremo Sul Catarinense -UNESC
  • Kristian Madeira Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Robson Pacheco Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Kelen Gava Duminelle Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Elisa da Silva Bobsin Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Joice de Abreu Brandolfi Universidade do Extremo Sul Catarinense

DOI:

https://doi.org/10.18616/is.v6i2.2554

Resumo

A Fisioterapia no trabalho de parto, como forma de assistência à saúde da mulher, apresenta-se em ascensão. Trata-se de uma intervenção no ambiente onde se encontra a gestante, que necessita de cuidados e orientações sobre posicionamento, educação para o parto e medidas de alívio em caso de dor. O estudo teve como objetivo a promoção da redução do quadro álgico através da intervenção fisioterapêutica em gestantes em trabalho de parto ativo do Centro Obstétrico de um Hospital do Sul de Santa Catarina (SC). A amostra foi dividida em dois grupos sendo o Grupo 1 (G1), que recebeu a aplicação de um protocolo fisioterapêutico, baseado nas condutas de terapia manual e adoção de posturas verticais e o Grupo 2 (G2), que compôs o grupo placebo, o qual recebeu apenas afago, ou seja, simulação de tratamento. Participaram da pesquisa 16 gestantes, com idade média de 24,69 anos (± 5,49). Para a graduação da dor foi utilizada a Escala Visual Analógica (EVA). Nas aplicações da escala EVA durante o tempo de trabalho de parto ativo, percebeu-se que em média, a dor das gestantes do G1 foi menor que a das gestantes do G2 a partir de 60 minutos. Possibilitando a conclusão de que, a abordagem fisioterapêutica junto à equipe de centros obstétricos é benéfica, atuando em orientações quanto a mobilidade adequada à gestante, aderindo o uso de posturas verticais bem como o uso de técnicas de terapia manual, influenciando de maneira positiva na fase ativa do trabalho de parto, diminuindo a dor e o tempo do trabalho de parto, demonstrando a relevância desse estudo.

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Biografia do Autor

Ariete Ines Minetto, Universidade do Extremo Sul Catarinense -UNESC

Departamento de Fisioterapia - Uroginecologia, Ortopedia e Dermatofuncional

Coordenadora Adjunta e Docente do Curso de Fisioterapia da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) 

Kristian Madeira, Universidade do Extremo Sul Catarinense

3Docente do Curso de Fisioterapia da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC)

Robson Pacheco, Universidade do Extremo Sul Catarinense

Docente do Curso de Fisioterapia da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC)

Kelen Gava Duminelle, Universidade do Extremo Sul Catarinense

Coordenadora Adjunta e Docente do Curso de Fisioterapia da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC)

Elisa da Silva Bobsin, Universidade do Extremo Sul Catarinense

Fisioterapeuta graduada pelo Curso de Fisioterapia da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC)

Joice de Abreu Brandolfi, Universidade do Extremo Sul Catarinense

1Curso de Fisioterapia da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC)

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Publicado

2018-04-09

Edição

Seção

Atenção à Saúde