A CONDUTA ÉTICA DO ENFERMEIRO EM RELAÇÃO À ORTOTANÁSIA NO CUIDADO PALIATIVO

Autores

  • Graziela De Bona Sartor UNESC
  • Karina Cardoso Gulbis Zimmermann UNESC
  • Mariana Freitas Comin UNESC
  • Maria Salete Salvaro UNESC
  • Paula Ioppi Zugno UNESC
  • Maria Tereza Soratto UNESC

DOI:

https://doi.org/10.18616/inova.v11i1.4875

Resumo

Estudo com objetivo de conhecer a conduta ética do enfermeiro em relação à ortotanásia no cuidado paliativo, nas Unidades de Internação de um Hospital de alta Complexidade do Sul de Santa Catarina. Pesquisa de abordagem qualitativa, descritiva, exploratória e de campo. Aplicou-se entrevista semiestruturada com 11 enfermeiros atuantes nas Unidades de Internação. A análise dos dados qualitativos foi realizada a partir da análise de conteúdo. O preparo do enfermeiro para a ortotanásia frente ao Cuidado Paliativo ocorre na prática, no cuidado contínuo aos pacientes em processo paliativo, sendo que alguns enfermeiros relataram não ter recebido capacitação para este processo. A maior dificuldade enfrentada pelos enfermeiros para garantir a ortotanásia no paliativismo relacionou-se a falta de aceitação, conhecimento e entendimento do processo paliativo pela família; seguido de ausência de uma equipe de cuidados paliativos que possa dar suporte à equipe de enfermagem e decisão médica contrária aos princípios do Cuidado Paliativo. A conduta ética do enfermeiro para propiciar o processo de ortotanásia do paciente em cuidado paliativo relacionou-se a integração da família neste processo e a preparação para o luto. Considera-se de extrema importância o preparo do profissional para o cuidado paliativo; processo de morte e morrer; luto e comunicação de notícias difíceis de forma ética e humana, no processo de formação e qualificação profissional. 

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Biografia do Autor

Graziela De Bona Sartor, UNESC

Enfermeira. UNESC - Universidade do Extremo Sul de Santa Catarinense. Email: grazi.s@outlook.com

Karina Cardoso Gulbis Zimmermann, UNESC

Enfermeira. Doutorado em Ciências da Saúde Professora do Curso de Enfermagem – UNESC - Universidade do Extremo Sul de Santa Catarina - Criciúma - SC - Brasil. Email: karina@unesc.net

Mariana Freitas Comin, UNESC

Enfermeira. Mestrado em Ciências da Saúde. Professora do Curso de Enfermagem – UNESC - Universidade do Extremo Sul de Santa Catarina - Criciúma - SC - Brasil. Email: mariana_enfermeira@yahoo.com.br

Maria Salete Salvaro, UNESC

Enfermeira. Mestrado em Educação. Professora do Curso de Enfermagem – UNESC - Universidade do Extremo Sul de Santa Catarina - Criciúma - SC - Brasil. Email: mssalvaro@unesc.net

 

Paula Ioppi Zugno, UNESC

Enfermeira. Mestrado em Biociências e Reabilitação. Professora do Curso de Enfermagem – UNESC - Universidade do Extremo Sul de Santa Catarina - Criciúma - SC - Brasil. Email: paula33@unesc.net

Maria Tereza Soratto, UNESC

Enfermeira. Mestrado em Educação. Professora do Curso de Enfermagem – UNESC - Universidade do Extremo Sul de Santa Catarina - Criciúma - SC - Brasil. Email: guiga@unesc.net

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Publicado

2021-02-26

Edição

Seção

Gestão em Saúde