Caracterização do perfil bioquímico em soro de ratos jovens submetidos a concentrações elevadas de frutose

Autores

  • Andreza Abbatti Monteiro Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Mairis Scarabelot Biella Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Samara Fenilli Bristot Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Emilio Luiz Streck Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Patrícia Fernanda Schuck Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Gustavo Costa Ferreira Universidade do Extremo Sul Catarinense

Resumo

A intolerância hereditária à frutose (IHF) é uma doença causada pela deficiência da enzima aldolase B e caracterizada bioquimicamente pelo acúmulo de frutose e frutose-1-fosfato nos tecidos e fluidos biológicos dos pacientes afetados. Os achados clínicos incluem vômitos, hepatomegalia, icterícia, hipoglicemia, hemorragia, síndrome tubular renal proximal e insuficiência hepática, que podem levar à morte e cuja fisiopatologia não está esclarecida. O objetivo do presente estudo é caracterizar um perfil bioquímico em soro 12 e 24 h após a administração de frutose em ratos jovens. Observamos que os níveis de glicose, albumina, proteínas totais, triglicerídeos e colesterol não foram alterados pela administração de frutose nos temos de 12 ou 24 horas após a administração deste metabólito. Nossos resultados indicam que a administração de frutose em ratos não foi capaz de alterar os parâmetros bioquímicos avaliados na dose e tempos utilizados neste estudo.

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Biografia do Autor

Andreza Abbatti Monteiro, Universidade do Extremo Sul Catarinense

Egressa do Curso de Farmácia; Laboratório de Erros Inatos do Metabolismo, Unidade Acadêmica de Ciências da Saúde, Universidade do Extremo Sul Catarinense, Criciúma, Brasil

Mairis Scarabelot Biella, Universidade do Extremo Sul Catarinense

Acadêmica do Curso de Fisioterapia; Laboratório de Erros Inatos do Metabolismo, Unidade Acadêmica de Ciências da Saúde, Universidade do Extremo Sul Catarinense, Criciúma, Brasil

Samara Fenilli Bristot, Universidade do Extremo Sul Catarinense

Acadêmica do Curso de Ciências Biológicas; Laboratório de Erros Inatos do Metabolismo, Unidade Acadêmica de Ciências da Saúde, Universidade do Extremo Sul Catarinense, Criciúma, Brasil

Emilio Luiz Streck, Universidade do Extremo Sul Catarinense

Professor do Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde; Laboratório de Bioenergética, Unidade Acadêmica de Ciências da Saúde, Universidade do Extremo Sul Catarinense, Criciúma, Brasil

Patrícia Fernanda Schuck, Universidade do Extremo Sul Catarinense

Professora do Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde; Laboratório de Erros Inatos do metabolismo, Unidade Acadêmica de Ciências da Saúde, Universidade do Extremo Sul Catarinense, Criciúma, Brasil

Gustavo Costa Ferreira, Universidade do Extremo Sul Catarinense

Professor do Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde; Laboratório de Erros Inatos do metabolismo, Unidade Acadêmica de Ciências da Saúde, Universidade do Extremo Sul Catarinense, Criciúma, Brasil

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Publicado

2012-11-30

Edição

Seção

Fisiopatologia