SEGURANÇA ALIMENTAR NO CONSUMO DE ÁGUA ENVASADA: UM ESTUDO DE CASO

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DOI:

https://doi.org/10.18616/inova.v14i5.8575

Resumo

A monitoração dos recursos hídricos deve ser, pela essencialidade, uma prática prioritária, sendo um desafio na preservação das fontes de distribuição. Características físico-químicas, microbiológicas e organolépticas definem o padrão de potabilidade e consumo. No estudo, foram avaliados parâmetros de qualidade da água mineral envasada em amostras coletadas no Centro de Tecnologia e Geociências da Universidade Federal de Pernambuco. Com auxílio de bomba de sucção, as alíquotas de 500 mL e 100 mL foram coletadas, sendo a última armazenada em bolsa estéril para análise microbiológica. Detector multiparâmetro foi utilizado para os ensaios físico-químicos; meio de cultura em Placa Petrifilm® EC para E. coli e coliformes totais; fotometria de chama para cátions majoritários; sistema FIAlab para ânions e cloreto analisado por titulometria. Os valores médios encontrados para T (ºC), pH, condutividade, STD, salinidade, Ca2+, K+, Na+, Cl-, NO2-, NO3- e SO42- foram de 25,1±0,8ºC; 4,26±0,10; 85,25±1,50 µS; 41,35±0,64 mg/L; 0,04 pg/L; 1,90±0,05 mg/L; 0,7 mg/L; 78,23±4,53 mg/L; 26,2±6,1 mg/L; 0,03±0,03 mg/L; 2,6±0,1 mg/L e 11,4±5,4 mg/L, respectivamente. As análises microbiológicas revelaram ausência de coliformes e E. coli. A rotulagem apresentou as informações obrigatórias e os parâmetros avaliados atendem às RDCs 274/2005 e 717/2022 da ANVISA. Não foram observadas alterações que comprometam o consumo da água investigada.

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Publicado

2024-06-28

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Seção

Artigo