A PARRESÍA COMO EXPERIÊNCIA ARTÍSTICA A PARTIR DO CURSO DE MICHEL FOUCAULT DE 1984

Autores

  • SeiZo Vincius Soares UNICAMP, Faculdade de Educação

DOI:

https://doi.org/10.18616/ce.v10i2.6558

Resumo

Este trabalho tem como objetivo compreender a atitude parresiasta ética desde Sócrates, enfatizando o modo de vida cínico. A questão central é a de como relacionar a parresía ética à experiência artística no campo visual, onde o artista, como um cínico sem palavras,  busca expor-se sem subterfúgios. Essa questão é relevante, pois a parresía aplicada a si mesmo e entendida como experiência transformadora pode produzir tanto palavras e atitudes quanto objetos considerados como obras de arte. 

Para tanto, buscamos no texto referências e conceitos que nos oferecem possibilidades de criar estas relações com o campo das Artes sem palavra. Pretendemos com isso contribuir para o entendimento sobre a experiência artística de forma ampla, como prática filosófica bem como formação educativa.


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Biografia do Autor

SeiZo Vincius Soares, UNICAMP, Faculdade de Educação

Bacharel em Adm. de Empresas (FGV), mestre pela PUCC, professor no ensino superior, artista escultor, roteirista.

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Publicado

2022-03-23

Edição

Seção

Dossiê