A INFÂNCIA ENTRE JOGOS DE PODER, CONTROLE E ESTRATÉGIAS
DOI:
https://doi.org/10.18616/rsp.v5i3.6888Resumen
Este texto tem como objetivo desenvolver fios e tramas, a partir do estudo de Bujes (2002) sobre como operam as relações entre a infância e o poder, ou melhor, como se formam essas maquinarias que buscam introduzir as crianças nas malhas do poder e, consequentemente, enclausurar a sua infância. Foram utilizadas algumas ferramentas conceituais disponibilizadas por Bujes (2002), Kohan (2004, 2005), Larrosa (2000), Kramer (1996) e Corazza (2002). A pesquisa sustentou-se pela abordagem de pesquisa qualitativa, embasada na técnica da pesquisa bibliográfica. Os resultados desse estudo demonstram que pensar na infância, enquanto produto de um lento e complexo processo de definição significa descontruir verdades que haviam nos constituído e produzir novas significações. É preciso ver, a partir de adiante, que as formas de pensar a infância, de representá-la, de enunciar sobre ela, se articulam e investem em um conjunto de práticas e estratégias que buscam a captura do sujeito infantil.
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