TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: AS FALAS DOS ALUNOS SOBRE ACOLHIMENTOS, VIVÊNCIAS E EXPERIÊNCIAS COM SEUS COLEGAS
DOI:
https://doi.org/10.18616/rsp.v8i1.9093Resumen
O tema desta pesquisa foi pensado diante as vivências em um estágio não obrigatório em uma turma do 2° ano do ensino fundamental I, de uma escola municipal no Sul Catarinense, onde foi possível observar o grande número de estudantes com diagnóstico em Transtorno do Espectro Autista (TEA). Percebeu-se que os estudantes da classe desconheciam ter colegas autistas em sua turma, muito menos conheciam sobre o TEA. Dessa forma, não entendiam quando seus colegas tinham alguns comportamentos restritivos e gestos repetitivos, impedindo que fossem mais bem respeitados e acolhidos. Vale destacar que o objetivo central da pesquisa é o de analisar a fala dos alunos sobre a inclusão escolar, de modo que apontem sobre acolhimentos, vivências e experiências em relação a quem têm diagnóstico autista. Desta mesma forma, definiu-se os objetivos específicos: Apresentar um breve Histórico da inclusão no Brasil; compreender o que é a Inclusão escolar; conhecer sobre o Transtorno do Espectro Autista; destacar a importância da escuta sensível dos alunos. Para legitimar o estudo, foi feita uma pesquisa de campo, de característica exploratória descritiva, por meio de uma entrevista semiestruturada. Os sujeitos da pesquisa foram sete alunos, com idades de 8 e 9 anos, todos da mesma escola e turma. A análise dos dados teve como referencial teórico: Borges (2021), Friedmann (2020), Apostila Autismos Presente (2019), entre outros. Os entendimentos dos alunos sobre escuta e acolhimentos é de suma importância, pois valida suas experiências e traz voz para ela. Considerando assim, que ter colegas dentro do espectro faz diferença em seu cotidiano.
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