Miocardiopatia hipertrófica com alcoolização septal: relato de caso
DOI:
https://doi.org/10.18616/inova.v16i1.10591Resumo
A miocardiopatia hipertrófica é uma condição geneticamente determinada, caracterizada pela hipertrofia do ventrículo esquerdo sem outra causa que justifique o aumento de espessura. A doença afeta cerca de 0,2% da população adulta e pode se manifestar desde pacientes assintomáticos até insuficiência cardíaca avançada e morte súbita. Seu diagnóstico é baseado em exames de imagem, especialmente a ecocardiografia transtorácica, sendo complementado pela ressonância magnética. O tratamento visa controlar o volume intravascular por meio de medidas farmacológicas e comportamentais e, em casos graves, procedimentos invasivos como a ablação com alcoolização septal percutânea. O presente estudo descreve o caso de um paciente masculino de 67 anos, ex-tabagista, que foi diagnosticado com miocardiopatia hipertrófica em 2001 após um eletrocardiograma de rotina e confirmação pela da ecocardiografia transtorácica. Iniciou terapia medicamentosa e, ao longo dos anos, passou por cateterismo, ablação septal com álcool (2012) e stent coronariano (2021). Atualmente o paciente apresenta dispneia progressiva, necessidade ocasional de oxigênio domiciliar e múltiplas comorbidades, incluindo Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica GOLD grupo E e classe funcional New York Heart Association IV. Uma abordagem individualizada e coordenada é essencial para otimizar os resultados clínicos e preservar a funcionalidade do paciente. Apesar do conhecimento existente, ainda há lacunas na compreensão da doença, destacando a necessidade de novos estudos que aprimorem estratégias de manejo, prevenção de complicações e suporte à saúde do paciente.
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