TEMPO DE ESPERA PARA CIRURGIAS AMBULATORIAIS: fatores que interferem na realização de cirurgias eletivas.

Autores

  • Bruna de Moraes Rubim Alelaf Universidade Federal do Piauí - UFPI
  • Carlos Aandré Moura Arruda Faculdade de Ensino e Cultura do Ceará - Fortaleza (Ce), Brasil

DOI:

https://doi.org/10.18616/inova.v13i1.5288

Resumo

Longos períodos de espera para cirurgias eletivas, geram consequências adversas como ansiedade, agravamento da sintomatologia, necessidade de serviços médicos e aumento de custos na saúde, podendo ser considerado como uma ineficaz prestação de assistência. O estudo pretende identificar os fatores que interferem no tempo que os pacientes aguardam por procedimentos cirúrgicos eletivos em um Hospital Regional da cidade de Sobral – Ceará. Pesquisa documental e quantitativa, baseada em 23 prontuários de pacientes pré-operatórios. A coleta de dados ocorreu nos meses de março e julho de 2015, através de um formulário com questões que abordou sobre fatores que interferem no tempo de espera. A análise dos dados foi realizada através do softtware Microsoft Exel® 2013. Foram observados como a solicitação de exames pré-operatórios (91%), encaminhamento para outras especialidades médicas (17%), além da suspensão do procedimento cirúrgico (22%), que envolvem condições clínicas do paciente (50%) e impossibilidade do médico anestesista (33%). Estes dados prolongam o tempo de espera causando um desgaste físico e emocional ao paciente, podendo levar, muitas vezes, a desistência do procedimento. Deve-se considerar a real necessidade e impacto dos fatores que interferem no tempo de espera pela cirurgia. Uma gestão eficaz é de grande importância, pois pode reduzir danos significativos ao paciente e ao sistema de saúde.

Palavras-chave: Procedimentos Cirúrgicos Ambulatórios; Acesso aos Serviços de Saúde; Centros Cirúrgicos; Fatores de Tempo; Listas de Espera.

Biografia do Autor

Bruna de Moraes Rubim Alelaf, Universidade Federal do Piauí - UFPI

Enfermeira, especialita em Saúde Pública, Enfermagem Pediátrica e Neonatal e Enfermagem Cirúrgica. Mestranda em Ciências Biomédicas pela Universidade Federal do Piauí.

Carlos Aandré Moura Arruda, Faculdade de Ensino e Cultura do Ceará - Fortaleza (Ce), Brasil

Doutor em  Saúde Coletiva. Professor da Faculdade de Ensino e Cultura do Ceará - Fortaleza (Ce), Brasil

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Publicado

2022-11-03

Edição

Seção

Gestão em Saúde