AVALIAÇÃO DO EFEITO DE TÉCNICAS ANESTÉSICAS SOBRE A DOR AGUDA PÓS-OPERATÓRIA EM PACIENTES SUBMETIDOS À HERNIORRAFIA INGUINAL

Autores/as

  • Gabriel Pietrobon Martins UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Priscyla Waleska Targino de Azevedo Simoes UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Gustavo Pasquali Moretti UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Maria Inês da Rosa UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Eric Benedet Lineburger UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Alexandre Carlos Silvestre UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense

Resumen

Objetivos: Avaliar o efeito de técnicas anestésicas sobre a dor aguda pós-operatória em pacientes submetidos à herniorrafia no período de setembro de 2011 a fevereiro de 2012 em um hospital de referência localizado no município de Criciúma-SC. Metodologia: Foi realizado um estudo observacional, transversal, descritivo e retrospectivo. Resultados: A idade média dos pacientes foi de 42,23(±24,8) anos, sendo 85,6% (n=95) homens e 14,4% (n=16) mulheres. Em relação ao trabalho, 39,6% (n=44) realizavam trabalho com esforço físico. Quanto ao tipo de cirurgia que foi realizada, 88,3% (n=98) foram eletivas; 65,8% (n=73) de classificação anatômica direta, sendo 38,7% (n=43) à direita e 42,3% (n=47) à esquerda. Considerando o tipo de anestesia realizada foi observado que 64% (n=72) foi submetido a raquianestesia, 32,4% (n=36) de anestesia geral e um total de 2,7% (n=3) pacientes que utilizaram anestesia local. Segundo os dados coletados neste estudo, não há evidências entre a associação entre tipo de anestesia e intensidade de dor no pós-operatório (p=0,061), em como entre o gênero e a intensidade de dor (p=0,740) conforme, e entre a classificação de hérnia e a intensidade de dor (p=0,093). Conclusão: A presença de dor pós-operatória é ainda motivo de estudos constantes, considerando nossos resultados que mostraram que não há evidência de uma alteração em pacientes com hérnia inguinal com base na avaliação da região inguinal e quando comparado dor e sua ausência.

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Biografía del autor/a

Gabriel Pietrobon Martins, UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense

Priscyla Waleska Targino de Azevedo Simoes, UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense

Gustavo Pasquali Moretti, UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense

Maria Inês da Rosa, UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense

Eric Benedet Lineburger, UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense

Alexandre Carlos Silvestre, UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense

Publicado

2013-12-21

Número

Sección

Tecnologias em Saúde