Análise da resistência antimicrobiana em pacientes com meningite bacteriana de um hospital do Extremo Sul Catarinense

Autores/as

  • Mariângela Mendes Recco UNESC
  • Natasha Guglielmi dos Santos UNESC
  • Guilherme Bianchini

DOI:

https://doi.org/10.18616/inova.v16i2.9155

Resumen

RESUMO

A meningite é definida como uma inflamação das meninges, é um processo inflamatório no líquido cefalorraquidiano (LCR). A meningite bacteriana é ocasionada pela invasão bacteriana no LCR; As bactérias mais comuns são Neisseria meningitidis, Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae e em neonatos, Streptococcus agalactiae. As portas de entrada mais frequentes são por vias respiratórias e gotículas de secreção do nariz e garganta. O mecanismo de ação inicia-se com a colonização da nasofaringe, seguido por bacteremia e entrada no sistema nervoso central (SNC). O diagnóstico pode ser realizado pela cultura do LCR, por reação em cadeia de polimerase (PCR), aglutinação pelo látex, bacterioscopia direta e exame quimiocitológico do LCR. A resistência a antibióticos é caracterizada por genes resistentes que são repassados às outras células. Para realizar a análise da resistência é utilizado o antibiograma. O objetivo do estudo consistiu em avaliar a resistência a antibióticos através de antibiogramas de pacientes de um hospital localizado no extremo sul catarinense. Foi um estudo observacional do tipo transversal que contou com os prontuários de janeiro de 2014 a dezembro de 2023 do banco de dados de um hospital. Como resultados o antibiótico mais utilizado foi o Ceftriaxona, o com maior resistência foi a Eritromicina e verificou-se a bactéria Staphylococcus coagulase negativa como mais prevalente.

Palavras-chave: Meningite bacteriana. Resistência. Antibiograma.

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Publicado

2026-06-30

Número

Sección

Atenção à Saúde