“CASABLANCA”: UN ESTUDIO DE CASO SOBRE LAS RELACIONES DE GÉNERO EN UN FILME CLÁSICO.
DOI:
https://doi.org/10.18616/ce.v5i1.2476Resumo
Este artículo examina cómo los imaginarios sociales tradicionales de
género aparecen a través de las peculiaridades del lenguaje cinematográfico. La
película “Casablanca” (Michael Curtiz; 1942) funciona como un caso mediante el
cual examinaremos algunas herramientas analíticas para evaluar cuándo los
personajes de una película presentan características naturalizadas. Como
veremos, es útil adoptar una perspectiva hermenéutica para evaluar si el
significado de las acciones de cada personaje corresponde a modos tradicionales
de habitar un rol de género, así como ver si las consecuencias de estas acciones
son recompensadas positiva o negativamente en la trama. En el caso de
“Casablanca”, los conflictos son resueltos, y se alcanza un final moralmente
satisfactorio, cuando el personaje femenino adopta un comportamiento
heterónomo y dependiente hacia la voluntad del personaje masculino.
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