COMO NARRAR O CORPO MÍNIMO?

Autores

  • Adriana Barin de Azevedo Departamento de Psicologia - Universidade Estadual de Maringá

DOI:

https://doi.org/10.18616/ce.v9i3.6139

Resumo

Este texto questiona a respeito do que nos tornamos sensíveis neste momento de pandemia, com o isolamento e os impedimentos presentes. Pretende-se acessar o que chamaremos de um corpo mínimo, ou seja, os gestos de um corpo que indicam sua capacidade singular de afetar e ser afetado. Para tanto, torna-se necessário aprender a narrar os mínimos gestos deste corpo, a partir da esquiva do entulho de notícias explicativas e de interpretações, na esteira de Fernand Deligny e Walter Benjamin, para conservar uma memória da coexistência de infinitos modos de viver.

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Biografia do Autor

Adriana Barin de Azevedo, Departamento de Psicologia - Universidade Estadual de Maringá

Doutora em Psicologia Clínica pela PUCSP. Professora Adjunta da Departamento de Psicologia da Universidade Estadual de Maringá.

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Publicado

2020-12-03

Edição

Seção

Dossiê