AS PRÁTICAS DE ALFABETIZAÇÃO NA EJA NA VISÃO DAS PROFESSORAS DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL EM UM MUNICÍPIO DA AMREC
DOI:
https://doi.org/10.18616/rsp.v5i3.6901Resumen
A presente pesquisa tem como objetivo geral conhecer as metodologias que embasam as práticas pedagógicas das professoras alfabetizadoras na Educação de Jovens e Adultos (EJA) em um município pertencente a região da AMREC[1]. A alfabetização no Brasil, nos anos iniciais do ensino fundamental e na EJA, durante muitos anos aconteceu seguindo a concepção tradicional de ensino e aprendizagem, ou seja, iniciava com as letras do alfabeto e palavras soltas e sem sentido para os alunos. Entretanto, há mais de duas décadas os estudiosos sobre o tema no Brasil têm mostrado que existem outros métodos para alfabetizar e que devem ser utilizados em ambas modalidades e que atendem mais as necessidades da sociedade e tem mais significado para os alunos. Diante desse contexto buscou-se, também, identificar a concepção pedagógica que embasa a prática das professoras, refletir sobre o perfil do professor e do aluno nesta modalidade e analisar as metodologias utilizadas pelas professoras da EJA no processo de alfabetização. Para isso, a pesquisa está sustentada em autores como: Freire (1990), Schwartz (2010), Cortada (2013), Haddad e Di Pierro (2000) e Leal (2010). A pesquisa é exploratória descritiva e de natureza básica, em que foram entrevistadas duas professoras da EJA do município, que atuam nos anos iniciais. A entrevista aconteceu de forma não estruturada. A pesquisa aponta que mesmo as metodologias utilizadas sejam distintas, as professoras buscam em alguns momentos considerar as práticas de letramento dos seus alunos no processo de alfabetização.[1] Associação dos Municípios da Região Carbonífera
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