Diagnósticos de enfermagem entre pacientes com hipertensão arterial sistêmica

Autores

  • Luize Alves Romancini Carara Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC
  • Cristiane Damiani Tomasi Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC
  • Luciane Bisognin Ceretta Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC
  • Ioná Vieira Bez Birollo Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC

Resumo

O presente estudo tem como objetivo identificar os diagnósticos de enfermagem entre pacientes hipertensos diagnosticados há menos de dez anos. Métodos: estudo transversal, descritivo com abordagem quantitativa realizados com hipertensos acompanhados em uma Estratégia Saúde da Família (ESF) do município de Criciúma SC, no ano de 2015 a 2016. Durante consulta de enfermagem, foram identificados os diagnósticos de enfermagem de acordo com a taxonomia da NANDA 2015-2017.
Resultados: Foram avaliados 70 pacientes, 68,57% mulheres, 31,43% homens, idade entre 50 a 59 anos 35,71%, entre 60 a 69 anos 24,29%, tempo de hipertensão arterial sistêmica (HAS) de 4 a 7 anos 37,14%, 1 a 3 anos 32,76%. Encontrou-se 25 diagnósticos de enfermagem distribuídos nas diversas classes e domínios da taxonomia da NANDA I 2015-2017. Os diagnósticos de enfermagem com maior prevalência foram: risco de perfusão tissular cardíaca diminuída 100%, disposição para processos familiares melhorados 84,29%, risco de volume de líquidos deficientes 77,14%, disposição para sono melhorado 62,86%, estilo de vida sedentário 58,57% e sobrepeso 42,86%. Conclusão: Identificar os diagnósticos de enfermagem pode contribuir para o cuidado de enfermagem auxiliando no autocuidado com vistas a
melhor conduta e tratamento para os pacientes.

Palavras-chave: Diagnóstico de enfermagem. Hipertensão. Cuidados de enfermagem.

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Publicado

2016-12-19