PREVENÇÃO DE MALOCLUSÃO: CONHECIMENTO DE MÃES DE CRIANÇAS COM 3 E 4 ANOS

Autores/as

  • Débora Passos Cristiano Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC
  • Marina Rocha Ferreira Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC
  • Amanda Roque Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC
  • Fernanda Guglielmi Faustini Sônego Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC
  • Priscyla Waleska Targiano de Azevedo Simões Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC
  • Jacks Soratto Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC
  • Luciane Bisognin Ceretta Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC
  • Fabiane Ferraz Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC

Resumen

a maloclusão é classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS)
como a terceira maior prioridade da Odontologia, referente a problemas de saúde
bucal, sendo superada apenas pelas doenças cárie e periodontal. Tal patologia
assumiu aspectos tão significativos que se tornou um problema de saúde pública em nível mundial (DIAS; GLEISER, 2008). Acredita-se que o desconhecimento das
mães sobre os cuidados necessários para a prevenção da maloclusão, favorece a
grande prevalência de mordida aberta anterior e mordida cruzada entre os
portadores de hábitos bucais deletérios como a sucção não nutritiva e a utilização de chupeta. Nesse contexto o presente trabalho tem por objetivo analisar a
compreensão das mães de crianças com 3 e 4 anos sobre os cuidados com a saúde
bucal de seus filhos para evitar a maloclusão.

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Biografía del autor/a

Débora Passos Cristiano, Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC

Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva (PPGSCol), Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC

Marina Rocha Ferreira, Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC

Pós graduanda em Ortodontia, Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC

Amanda Roque, Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC

Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva (PPGSCol), Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC

Fernanda Guglielmi Faustini Sônego, Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC

Curso de Graduação em Odontologia da Universidade do Extremo Sul Catarinense  – UNESC

 

Priscyla Waleska Targiano de Azevedo Simões, Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC

Curso de Graduação em Odontologia da Universidade do Extremo Sul Catarinense  – UNESC

Jacks Soratto, Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC

Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva (PPGSCol), Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC

Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva – Mestrado Profissional – PPGSCol. Membro do
Grupo de Pesquisa Gestão do Cuidado, Integralidade e Educação na Saúde (GECIES).

Luciane Bisognin Ceretta, Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC

Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva (PPGSCol), Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC

Grupos de Pesquisa: Gestão do Cuidado, Integralidade e Educação na Saúde (GECIES) e do Laboratório de Direito Sanitário e Saúde Coletiva (LADSSC)

Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva – Mestrado Profissional – PPGSCol. Líder do Grupo de Pesquisa Gestão do Cuidado, Integralidade e Educação na Saúde (GECIES).

Fabiane Ferraz, Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC

Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva (PPGSCol), Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC

Grupos de Pesquisa: Gestão do Cuidado, Integralidade e Educação na Saúde (GECIES) e do Laboratório de Direito Sanitário e Saúde Coletiva (LADSSC)

Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva – Mestrado Profissional – PPGSCol. Membro do Grupo de Pesquisa Gestão do Cuidado, Integralidade e Educação na Saúde (GECIES).

Publicado

2018-06-25