USO DE FERRAMENTAS DIGITAIS DE CRIAÇÃO DE NARRATIVAS NA FORMAÇÃO DOCENTE
DOI:
https://doi.org/10.18616/ce.v8i1.5032Resumen
O presente artigo tem como finalidade apresentar reflexões quanto ao uso de tecnologias digitais em ambientes educacionais, em que há alunos em processo de inclusão, com o olhar direcionado à formação docente. Nessa investigação, procuramos compreender como os docentes se apropriam das tecnologias em seus contextos de aula, em suas práticas pedagógicas no cotidiano, de maneira que nos forneça bases norteadoras para a formação docente quanto ao uso de ferramentas de criação de narrativas digitais. Levantamos questões que orientaram nossa reflexão, procurando entender de que maneira o uso dessas ferramentas possibilitaria ao professor elaborar estratégias que favoreçam a inclusão. Ao conduzir as práticas pedagógicas, procuramos compreender como essas ferramentas poderiam servir de suporte ao professor. A fundamentação teórica resgata importantes autores dos temas que permeiam a pesquisa. A ecologia das mídias, escola do pensamento científico que permitem essa reflexão, tem se destacado pela ênfase no estudo do impacto cultural das tecnologias e dos meios de comunicação nas sociedades, por uma perspectiva histórica dos meios. Olhamos os dados sob a perspectiva histórico-cultural, em que a análise é interpretativa, instaurada em um contexto sócio-histórico. Utilizamos a metodologia qualitativa de pesquisa tendo como instrumentos de coleta as notas de campo, o grupo focal e entrevistas. Conduzimos intervenções com uso dos aplicativos Toontastic e Educreations. Procuramos identificar as principais dificuldades observadas pelos professores, suas reflexões quanto às suas práticas e possibilidades de transformação. Os resultados obtidos até o momento são encorajadores, indicando que as ferramentas digitais, como Educreations e Toontastic enquanto instrumento de acessibilidade e inclusão, podem auxiliar o professor favorecendo a comunicação e socialização entre os aprendizes. Como impacto direto da experiências conduzidas, identificamos que as professoras sentiram-se seguras e motivadas em modificar suas práticas e experimentar novas formas de ensinar.
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