JUDICIALIZACIÓN REALIZADA POR UNICEF DE NIÑOS Y ADOLESCENTES DE 1990 A 2018: BIOPOLÍTICA Y NECROPOLÍTICA
DOI:
https://doi.org/10.18616/ce.v12i1.7921Resumen
Resumen: El Fondo de las Naciones Unidas para la Infancia (UNICEF) privilegia la gestión de la vida y los derechos a través de acciones en el campo de la promoción, garantía y defensa. Para ello, los cuerpos saneados por la oferta de conocimientos y técnicas con manuales de educación en salud y derechos humanos para la gestión de la vida, en función del aumento de la productividad de los niños y adolescentes; sobre todo, que llegó a llamar de riesgo. El problema de reducir las posibilidades de existencia a la judicialización silencia los aspectos políticos, subjetivos, culturales y sociales que también forman parte del gobierno de las conductas. Las tecnologías de poder y saber de regulación poblacional a través de la entrada de la vida en la historia, como especie, pasaron a ser denominadas por Michel Foucault (1988) biopolítica y necropolítica. El vínculo entre biopolítica y disciplina pasó a ser denominado biopoder por Foucault y estaba vinculado a los contextos judicializadores de la existencia, los cuerpos, las relaciones sociales y la política.
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