APARTHEID SANITÁRIO COMO NECROPOLITICA NO BRASIL EM PANDEMIA
DOI:
https://doi.org/10.18616/re.v7i1.8217Resumo
Este artigo trata da necropolitica, em especial revelamos a ideia de um apartheid sanitário como forma brasileira da necropolitica. Nossa questão central é: de que maneiras o apartheid sanitário se constitui enquanto uma forma brasileira de necropolitica durante a pandemia (2020/2021)? Trata-se do questionamento por um delineamento contextual sobre as características dessa segregação e suas formação histórica e social, mas também sobre como ela se constitui e se estabelece enquanto um versão brasileira da necropolítica. Queremos analisar as dinâmicas de segregação social, com enfoque em sua dimensão étnico-racial, que se manifestaram durante a pandemia no Brasil, buscando compreender como tais processos se configuraram como uma forma de necropolítica e seus impactos na sociedade. Em linhas gerais, essa é uma pesquisa qualitativa, de cunho descritivo-exploratório. Quanto aos instrumentos metodológicos, utilizamos a revisão narrativa com auxílio da netnografia. Nesse sentido, tanto a fundamentação, como as análises têm materiais de fontes acadêmicas convencionais e também de fontes da internet. Ainda nesse âmbito metodológico, seguindo numa lógica crítica, ensaística, desenvolvemos esse texto tendo em vista objetivos descritivo-exploratórios. Procuramos descrever e mapear alguns aspectos desse contexto que, no nosso entender, recrudesceu durante a pandemia, e também explorara algumas leituras ou analises a partir desse cenário, sinalizando, sobretudo, o modo como, no nosso entender, com auxílio dos autores, esse apartheid sanitário é uma forma brasileira de operacionalização da necropolitica.
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