Gênero, Insituições e economia: uma visão feminista no mercado de trabalho
DOI:
https://doi.org/10.18616/rdsd.v7i1.6745Resumo
Perante à discussão sobre gênero no mercado de trabalho, os anos de 1970 foi um marco para o movimento feminista e para o processo de reestruturação produtiva. Após o período industrial, os questionamentos sobre as formas de se analisar os processos econômicos e até mesmo a própria economia passaram a ser questionados. Diante desses questionamentos e dúvidas surge a economia feminista, criticando o mainstream econômico por analisar os processos sem considerar os fatores históricos, psicológicos, experiências vividas, e hábitos construídos socialmente que determinam os processos decisórios individuais. As Instituições, dentro da sua pluralidade de definições, podem surgir tanto como organizações governamentais possivelmente atuantes de maneira formal por meio de normas e regulamentos de atividades, como também informalmente através de arranjos moldadores de comportamentos, pensamentos, cultura, hábitos e tabus em contextos coletivos e individuais. O artigo será dividido, além dessa introdução, Instituições e economia, a discussão do gênero como uma Instituição social, gênero e patriarcado, a discussão da economia do trabalho do ponto de vista feminista (abordando o ponto de vista institucional).
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