Sem vacina, sem impostos e sem mulçumanos
o paraíso verde dos alemães
DOI:
https://doi.org/10.18616/rdsd.v9i1.7851Palavras-chave:
Migrações; Alemães; Paraguai; Colonialidade; Antropologia histórica.Resumo
O artigo é resultado de uma investigação exploratória, constituído por uma análise acerca do caráter das recentes migrações alemãs para as Colônias Unidas no Paraguai. Centrando-se na discussão das levas migratórias iniciadas no ano de 2021 e que tem continuidade na atualidade, recorre-se a investigação histórica das formações de colônias alemães no país para maior compreensão do fenômeno, o artigo objetiva demonstrar o caráter particular dessas migrações. A particularidade das migrações é evidenciada a priori pelo seu caráter de contrafluxo, uma vez que a maioria das migrações atuais se dirigem aos países da União Europeia, a Alemanha em especial é o país que mais recebe imigrantes e refugiados, tais sujeitos saem de seu país em direção ao interior da região norte do Paraguai. Dentre os fatores mais notórios da decisão migratória desses sujeitos, relatados por eles e que é objeto de reflexão desse artigo, é exatamente um outro fluxo migratório: a chegada expressiva de mulçumanos no território germânico que é vista como um perigo para tais alemães. Além deste motivo, um outro fator destacado pelos migrantes é a suposta arbitrariedade do governo alemão, principalmente em relação a política de vacinação, tais sujeitos chegaram e chegam ao Paraguai sem estarem imunizados contra a COVID-19. Uma outra motivação, desta vez destacada pelos paraguaios, é que para os alemães o país se apresenta mais viável economicamente levando em consideração os valores dos impostos paraguaios em comparação aos alemães.
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