El Estado como Institución del Mercado:

Territorio, Reforma Administrativa y la Mercantilización de la Cultura en Brasil

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.18616/rdsd.v12i1.10677

Palabras clave:

Estado, territorio, reforma neoliberal, políticas culturales, renuncia fiscal

Resumen

El presente artículo analiza la reconfiguración del Estado brasileño en la década de 1990, marcada por la reforma administrativa y las privatizaciones del gobierno de FHC. Desde la Geografía Política y la Sociología Económica, examina cómo el territorio fue ajustado a la lógica neoliberal. Se evidencia la subordinación al capital financiero, el desmantelamiento del bienestar social y la transferencia del fomento cultural al sector privado, profundizando la precarización y la mercantilización de la cultura.

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Biografía del autor/a

Bruna Eduarda de Almeida Valença, Universidade Estadual de Campinas

Doctoranda en Geografía por el Programa de Posgrado del Instituto de Geociencias de la Universidad Estatal de Campinas.

Lúcia Moliani Braga, Universidad Tecnológica de Paraná

Estudiante de maestría en el Programa de Posgrado en Tecnología y Sociedad de la Universidad Tecnológica de Paraná.

Ghael Henrique Moura Leite, Universidad Tecnológica de Paraná

Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Tecnologia e Sociedade da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)

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Publicado

2026-07-07

Cómo citar

DE ALMEIDA VALENÇA, Bruna Eduarda; MOLIANI BRAGA, Lúcia; MOURA LEITE, Ghael Henrique. El Estado como Institución del Mercado:: Territorio, Reforma Administrativa y la Mercantilización de la Cultura en Brasil. Revista Desenvolvimento Socioeconômico em Debate, [S. l.], v. 12, n. 1, p. 98–120, 2026. DOI: 10.18616/rdsd.v12i1.10677. Disponível em: https://periodicos.unesc.net/ojs/index.php/RDSD/article/view/10677. Acesso em: 8 jul. 2026.