Representações sociais e mitos do trabalho infantil

diálogos e possibilidades

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.18616/rdhs.v8i1.9779

Palabras clave:

Psicologia Social, Direitos, Trabalho Infantil, Representações Sociais

Resumen

El presente artículo propone una reflexión sobre la posible conexión entre los estudios de los mitos del trabajo infantil, Vilani (2006) y Custodio (2009), y la Teoría de las Representaciones Sociales, Moscovici (1961). El objetivo es establecer un diálogo entre las teorías, además de analizar si las representaciones sociales pueden contribuir a esclarecer la génesis de los mitos del trabajo infantil. Como hipótesis, existe la posibilidad de diálogo entre los mitos del trabajo infantil y la Teoría de las Representaciones Sociales. Los mitos del trabajo infantil son ideas socialmente compartidas, basadas en valores del sentido común asociados al trabajo, que buscan justificar la explotación del trabajo de niños, niñas y adolescentes, presentándolo, de manera equivocada, como una oportunidad para superar situaciones de pobreza, negación de derechos, negligencia y vulnerabilidad social. Así, Moscovici (1961) explica que la Teoría de las Representaciones Sociales se construye socialmente y se comparte colectivamente, con el objetivo de hacer familiar lo desconocido, influyendo en los comportamientos y actitudes sociales frente a determinado fenómeno. Para alcanzar el objetivo, se realizó una investigación bibliográfica, explorando artículos, libros, tesis y otras obras relacionadas con el tema. Finalmente, se concluye que existe espacio para el fortalecimiento de los estudios y el diálogo entre las teorías, lo que permite ampliar la comprensión sobre la formulación y la propagación de los mitos del trabajo infantil.

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Biografía del autor/a

Walter Corrêa De Fáveri, Prefeitura Municipal de São José

Possui graduação em Psicologia pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (2008). Pós graduado em Política de Assistência Social pela UNINTER Educacional (2016). Atuou como Psicólogo Social do Centro de Referência em Assistência Social do Município de Lages - SC. Atuou como Coordenador do Centro de Referência Especializado em Assistência Social, no município de São José - CREAS (2014-2016). Foi Coordenador do Centro de Referência em Assistência Social (CRAS Forquilhinha) no mesmo município (2017 - 2019). Atualmente é Coordenador das Ações Estratégicas para a Erradicação do Trabalho Infantil do município de São José - SC. Atua como membro do Conselho Municipal de Assistência Social. Atua como membro da Comissão Municipal de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil do Município de São José - SC.

André Viana Custódio, Universidade de Santa Cruz do Sul, Programa de Pós-Graduação em Direito - Mestrado e Doutorado.

Possui graduação em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (1999), mestrado em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (2002), doutorado em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (2006), pós-doutorado pela Universidade de Sevilha/Espanha (2012). Atualmente é professor permanente e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Direito - Mestrado e Doutorado - da Universidade de Santa Cruz do Sul, onde leciona as disciplinas: Direitos Geracionais, Diversidade e Sistemas de Políticas Públicas (Doutorado) Teoria Política Contemporânea (Mestrado), Direito da Criança e do Adolescente (Graduação); Líder do Grupo de Pesquisa Políticas Públicas de Inclusão Social e do Grupo de Estudos em Direitos Humanos de Crianças, Adolescentes e Jovens da UNISC, integrante do Núcleo de Estudos Jurídicos e Sociais da Criança e do Adolescente da Universidade Federal de Santa Catarina, com especialidade nas áreas da prevenção e erradicação do trabalho infantil, atendimento socioeducativo, violência contra crianças e adolescentes, sistema de garantias de direitos e políticas públicas. 

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Publicado

2025-09-12

Cómo citar

Corrêa De Fáveri, W., & Viana Custódio, A. (2025). Representações sociais e mitos do trabalho infantil: diálogos e possibilidades. Revista De Derechos Humanos Y Sociedad , 8(1), 20–32. https://doi.org/10.18616/rdhs.v8i1.9779

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